Ficha técnica
"A Central do Biel"
Futuro museu?
Workshop 3 - Lab. Mul. III
sexta-feira, 18 de março de 2011
Guião de Intenção
O objectivo será enquadrar o esquema da central no espaço, tentando evidenciar o modo de funcionamento da mesma, o estado em que se encontra actualmente e o próprio acesso. Dependendo do estado da luz natural do dia de captação assim se decidirá os tipos de abertura e velocidade, sendo que como prioridade será ISO mínimo (100) e nas fotografias que envolvam a área da queda de água velocidade lenta a fim de captar o rasto da água com recurso a um tripé.
Sendo assim, as 9 fotografias serão:
• 1 ou 2 planos gerais da central enquadrada no seu espaço natural
• 2 ou 3 fotografias que liguem a parte natural à construída pelo humano com pouca profundidade de campo e foco no primeiro plano
• 2 ou 3 planos gerais de maquinas da central hidroeléctrica em simulação de funcionamento (rodas, alavancas, ou o vagão em movimento)
• 2 ou 3 fotos do percurso de acesso à queda de água que realcem a impenetrabilidade deste
Material a usar:
Canon 1000D
Tripé
Sendo assim, as 9 fotografias serão:
• 1 ou 2 planos gerais da central enquadrada no seu espaço natural
• 2 ou 3 fotografias que liguem a parte natural à construída pelo humano com pouca profundidade de campo e foco no primeiro plano
• 2 ou 3 planos gerais de maquinas da central hidroeléctrica em simulação de funcionamento (rodas, alavancas, ou o vagão em movimento)
• 2 ou 3 fotos do percurso de acesso à queda de água que realcem a impenetrabilidade deste
Material a usar:
Canon 1000D
Tripé
Sinopse
Desde a sua génese, o Homem depende directa e indirectamente dos rios. Este trabalho fotográfico digital documenta a primeira central hidroeléctrica de Portugal, que jaz escondida algures onde a própria natureza se encarrega de proteger o acesso de profanadores indesejados, e se funde com o engenho humano em busca de saciação das suas necessidades.
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